segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
sexta-feira, 13 de janeiro de 2012
quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
Pixinguinha na Pauta
Os 36 arranjos inéditos reunidos em Pixinguinha na pauta revelam uma faceta ainda mal conhecida de um dos nomes mais geniais da música brasileira. Grande compositor e instrumentista brilhante, Pixinguinha foi também um arranjador engenhoso, como coimprovam estes arranjos orquestrais feitos para o programa O pessoal da Velha Guarda. Transmitido entre 1947 e 1952 pela Rádio Tupi, apresentado por Almirante e com direção musical de Pixinguinha, O programa evocava o rico cenário musical do final do século XIX e início do século XX, período decisivo em que se definiram as feições da moderna música popular brasileira.terça-feira, 3 de janeiro de 2012
Visões do Paraíso Selvagem
Albert Eckhout chegou ao Nordeste do Brasil junto com Frans Post, em 1637
na comitiva do príncipe Maurício de Nassau, onde permaneceu até 1644. A sua
missão como pintor era registrar a paisagem brasileira. Muitas de
suas pinturas ajudaram a Europa a ter uma idéia do Novo
Mundo. Além de Recife, conheceu o interior da região
Nordeste, a Bahia
e ainda o Chile.
Em terras da Nova Holanda, retratou os habitantes, a fauna e
a flora com riqueza de detalhes. Depois de retornar à Europa, continuou
servindo Maurício de Nassau até 1653, sendo
transferido para Dresden, na Alemanha,
onde trabalhou por dez anos para o príncipe-eleitor João Jorge II.
Este é o primeiro levantamento da obra completa de Albert Eckhout publicado no Brasil. O livro contém quase 800 imagens e consolida o conhecimento a respeito deste grande artista holandês do século XVII - o primeiro a pintar o país, juntamente com Frans Post.
Em 432 páginas, as centenas de imagens e detalhes de impressionante beleza revelam aspectos preciosos de nosso passado e confirmam a extrema originalidade e habilidade técnica do artista.
Trabalho da especialista americana Rebecca Parker Brienen, este catálogo identifica as obras reconhecidas do artista e aponta também aquelas cuja atribuição é discutível ou equivocada.
Sua publicação no Brasil reflete a resente consagração internacional da extraordinária obra de Albert Eckhout, que ocorre também em nosso país à medida que os brasileiros reavaliam o fabuloso legado cultural da experiência colonia holandesa no Nordeste.
quarta-feira, 28 de dezembro de 2011
A Bossa do Lobo
Relato
da vida de um dos mais importantes compositores brasileiros e umas das
principais figuras da Bossa Nova, o livro revela detalhes da história
da MPB e da vida de Bôscoli, também conhecido por sua personalidade
extremamente sedutora. Nas mais de 500 páginas de A Bossa do Lobo,
Denilson Monteiro conta a vida de Ronaldo com riqueza de detalhes,
revelando como nasceram as canções que ele compôs; os bastidores dos
shows que produziu; seu trabalho como jornalista; o relacionamento com
a família, amigos e colegas de trabalho; a paixão pelo Fluminense
Football Club; seus amores e seus desafetos. Tudo respaldado por uma
criteriosa pesquisa e mais de uma centena de entrevistas com aqueles
que conviveram com Ronaldo.
Você pode comprar o livro "A bossa do lobo" aqui.
terça-feira, 27 de dezembro de 2011
Conheça o trabalho com livros da artista Su Blackwell
Su Blackwell é uma artista e diretora de arte nascida em Sheffield, Londres, no ano de 1975, além disso, ela faz esculturas com livros e suas páginas, inspirados em contos.
Você pode ver mais trabalhos dela em seu site: http://www.sublackwell.co.uk/
Você pode ver mais trabalhos dela em seu site: http://www.sublackwell.co.uk/
segunda-feira, 26 de dezembro de 2011
Emily Dickinson, novamente por aqui
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Moça
bela e prendada que não se sujeitou ao casamento, numa época em que
muitas opções eram negadas às mulheres, Emily Dickinson dedicou-se,
depois de adulta, a uma vida de completa reclusão, tendo passado mais de
vinte anos sem sair de casa e sem receber visitas. Suas únicas tarefas
eram cuidar da mãe doente, cozinhar e cultivar flores exóticas, além, é
claro, de fazer versos. Nos bolsos do avental ou do vestido branco que
costumava usar havia sempre lápis e papel, e entre uma ocupação e outra
ela rabiscava os seus poemas.
Alguns deles eram passados a limpo em
cadernos, outros eram enviados a amigos e parentes com os quais ela se
correspondia, e outros ainda, na forma de esboços ou de rascunhos quase
indecifráveis, eram engavetados. Foram assim encontrados, depois de sua
morte, uns na mais completa desordem, outros em mãos de terceiros. O
trabalho de edição de sua obra coube de início a um crítico literário,
Thomas Higginson, que não apreciava a sua poesia e por mais de uma vez a
havia aconselhado a não publicá-la, e à amante de seu irmão, Mabel
Loomis Todd, que ela se negara a conhecer pessoalmente. Editados e
formatados ao gosto de cada época, os poemas de Emily Dickinson
tornaram-se ao longo dos anos um sucesso de vendas e foram aos poucos
conquistando a crítica literária, que antes via nela uma simples
“poetisa” de ocasião cujos versos “estranhos” e “difíceis” não se
enquadravam nos ideais estéticos da poesia lírica, e que hoje a
consagrou como uma das maiores expressões da literatura universal.
Estão
aqui a Sarah, a Eliza, a Emeline,tão bela, a Harriet,
a
Susan, e esta outra de cachos no cabelo;
Poemas de Emily
Dickinson, em tradução de José Lira
Edição bilíngue inglês-português
Edição bilíngue inglês-português
Editora Iluminuras,
2011
sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
Disponível para envio imediato
Para reservar o seu, clique aqui. Você será direcionado para o portal Livronauta (www.livronauta.com.br)
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